terça-feira, 20 de outubro de 2009
AO ALCANÇE DAS MÃOS
"Tarde vazia...coração inerte...vejo um horizonte vazio...sentidos contrários...anormalidades...há tempos o coração não experimentava...tamanha sensação de conforto...acolhimento...receptividade...carinho...foi abalrroado por td isso...de uma só vez...num minuto...à velocidade da luz...mais rápido que o pensamento...mais rápido do que ele pôde acostumar-se...sensação inebriante...deixou-o radiante...cheio de vida...calor...pensamentos que vão e voltam...sem destino...turbilhão de coisas boas...a alma parece flutuar...sorridente...embora ao alcançe das mãos...tão rápido foi sua ascensão...da mesma forma o declive...td sendo arrancado bruscamente...levado para longe...longe dos olhos...dos braços...longe da boca...mas próximo ao coração...embora o desejo e o sentimento...sejam como âncoras...mantendo td por perto...não o suficiente...não para as mãos...mas para o "sentir"...para ele distância zero...peso nenhum...é difícil manter a calma...a concentração...td é rápido demais...avassalador demais...seja para vir...ou ir embora...tento ser como uma rocha para a chuva...até o limite...até o fim...embora tenhas partido...eu continuo firme...esperando teu retorno...mesmo que demore...seja ao alcançe das mãos...ou do pensamento...é difícil acostumar-se...mas sou uma rocha...e vc...a chuva..."
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